A Escola do Bê-a-Bá de Angola Malta dos Guris e Gurias nasceu, de fato, em 1990, vinculado aos movimentos social e negro. Foi ganhando aos poucos sua autonomia e características específicas, tendo como objetivo a construção da cidadania com o resgate da identidade elevando assim a auto estima da população jovem em situação de pobreza.
A partir daí desenvolveu atividades como: o Ensino de Ofício (marcenaria), de Reforço Escolar, Capoeira Angola, Samba de Roda, Percussão, Dança africana, Confecção de Tambores e Artesanato de origem africana, ocupando barracões comunitários, terreiros e tribos carnavalescas.
O grupo tem buscado recursos que se fazem necessários para a sobrevivência da entidade, através de doações promoções na comunidade, confecção e venda de ""artefatos"" produzidos pelos participantes da entidade, além disso, com parcerias pontuais de redes de ensino: Municipal, Estadual e outras secretarias.
O grupo encaminhou jovens para outras entidades que os certificou como “mão de obra qualificada para o mercado de trabalho”, executando desde as tarefas de aprendizado prático do grupo até as administrativas, que complementavam a formação em conjunto com o ensino institucional.
Tem participado e organizado o Fórum Municipal de Capoeira e foi convidado à apresentar seus trabalhos nos I e II Fórum Social Mundial, também tem qualificado seus profissionais na área da saúde.
Em 2001 a Escola do Bê-a-Bá de Angola Malta dos Guris e Gurias de Rua, na sua luta de defesa pelos Direitos Humanos dos grupos menos favorecidos, buscando promover alternativas de ações compensatórias, surge de direito.







